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Caderno 2 – Políticas da Pandemia

Caderno 2 – Políticas da Pandemia

Políticas da Pandemia apresenta uma série de narrativas que refletem como as pessoas têm sido atravessadas pelo isolamento social e espalhamento da Covid-19.  São narrativas tecidas na diversidade de mundos, de outras linguagens, corpos e formas. O segundo caderno, "Pandemia [em] 520 anos de escravidão", é assinado por Elisângela Maranhão dos Santos.
As ciências sociais no respirador

As ciências sociais no respirador

“Como disse recentemente Mestre Genivaldo Basílio, do grupo Boi Mandingueiro da Mata do Ronca, um dos altos que fazem divisa entre Recife e Olinda: “somos nós do movimento popular que sempre temos que consertar os problemas causados pelo sistema”. O Boi Mandingueiro é um dos sete grupos comunitários que fazem parte da Rede Orgânica Periférica de Olinda, criada em março deste ano na urgência da fome e do contágio da Covid-19, que crescem exponencialmente. Sete grupos atuantes em doze comunidades com cerca de cem mil habitantes, em sua grande maioria trabalhadores informais que têm tido dificuldade em receber o auxílio emergencial anunciado pelo governo e, portanto, em seguir as medidas de isolamento social.” (trecho do texto “As ciências sociais no respirador: o que a Rede Orgânica Periférica de Olinda pode ensinar ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)” de Catarina Morawska (UFSCar/ imuê).
Calila das Mercês

Calila das Mercês

Calila das Mercês tem coração arteiro e endereços flutuantes. Baiana de Berimbau (Conceição do Jacuípe) morando atualmente em Brasília. Escritora, comunicóloga/jornalista (UFRB), pesquisadora do Grupo de Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea (Gelbc) e doutoranda em Literatura (UnB). Atualmente realiza estudos sobre movimentos, deslocamentos, representações e (re)mapeamentos de mulheres negras e grupos invisibilizados na literatura contemporânea.
Emma Siliprandi

Emma Siliprandi

Emma Siliprandi é pesquisadora social há muitos anos engajada na construção de uma agroecologia feminista. Seu foco tem sido produzir conhecimentos em diálogo permanente com organizações de mulheres rurais, em uma perspectiva transformadora. Isto significa reconhecer a força dessas mulheres como sujeitos políticos, buscando a sua valorização, assim como dar apoio às suas lutas por uma vida digna e sem violência. Emma é engenheira agrônoma de formação, com mestrado em sociologia e doutorado em desenvolvimento sustentável.
Érica Peçanha

Érica Peçanha

Érica Peçanha é pesquisadora de pós-doutorado do Instituto de Estudos Avançados da USP e do nPeriferias - Grupo de Pesquisa das Periferias. Possui doutorado em Antropologia Social, com pós-doutoramento em Educação, e atua nas áreas de antropologia urbana e pesquisa social, com foco nas discussões sobre periferia, cultura e juventude.
Jessica Sklair

Jessica Sklair

Jessica Sklair é antropóloga inglesa, com mestrado pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) e doutorado pela Goldsmiths, Universidade de Londres. Atualmente é pesquisadora no Margaret Anstee Centre for Global Studies da Universidade de Cambridge e também associada ao Institute of Latin American Studies, Universidade de Londres.
Mestra Janja

Mestra Janja

Janja Araújo é baiana e libriana. Atualmente se dedica aos estudos sobre as mulheres nos contextos das culturas tradicionais e populares de matrizes africanas. Sua trajetória é também marcada pelo diálogo permanente com as organizações das mulheres tanto no contexto das lutas por autonomia e enfrentamento às violações de direitos, quanto nestes contextos tradicionais, com ênfase nos movimentos que se formam no interior da capoeira, ressaltando seu caráter transnacional.
tatiana nascimento

tatiana nascimento

tatiana nascimento, 39, é brasiliense y palavreira: cantora, compositora, escritora, tradutora. editora de livros artesanais na padê editorial (que publica autoras negras y/ou LBTQI+). doutora em estudos da tradução. aquariana. sapatona convicta, lésbica afro-futurista.
Caderno 1 – Políticas da Pandemia

Caderno 1 – Políticas da Pandemia

Políticas da Pandemia apresenta uma série de narrativas que refletem como as pessoas têm sido atravessadas pelo isolamento social e espalhamento da Covid-19. São narrativas tecidas na diversidade de mundos, de outras linguagens, corpos e formas. O primeiro caderno, "Sobre Vírus, Livusias, Ilhas e Discos Voadores", é assinado por Márcia Nóbrega.
1º de maio de 2020

1º de maio de 2020

Homenagem do imuê às trabalhadoras brasileiras do 1º de maio de 2020. Em meio à pandemia do coronavírus, as desigualdades nas jornadas trabalhistas, de renda e os riscos no ambiente de trabalho se tornam ainda mais evidentes.
Chamada para Publicação – Políticas da Pandemia

Chamada para Publicação – Políticas da Pandemia

No período da quarentena o imuê está fazendo uma série de consultas semanais com lideranças que estão na linha de frente vivendo os impactos da pandemia do coronavírus nas comunidades. O objetivo é traçar estratégias emergenciais e pensar juntas soluções para a proteção das mulheres mais afetadas pelas medidas econômicas e de isolamento social. Compondo com estas consultas, estamos lançando uma série de publicações. Serão reflexões e relatos tecidos pela diversidade de mundos, linguagens, corpos e formas.
Sobre Vírus, Livusias, Ilhas e Discos Voadores

Sobre Vírus, Livusias, Ilhas e Discos Voadores

Márcia Nóbrega dá início à coleção Políticas da Pandemia do imuê. Nossa ideia é pensar a pandemia a partir de mundos outros, a partir de diferentes linguagens: "Estamos em plena Quaresma e a coincidência temporal e sonora entre este tempo e a quarentena tem me feito pensar um bocado. Em especial, me faz pensar se o hábito de meus amigos da ilha de caminharem junto ao que não se pode ver não lhes dá uma certa vantagem sobre nós, em nossa obsessão com um certo materialismo pobre e pouco pragmático."
Comunicados imuê – Políticas da Pandemia

Comunicados imuê – Políticas da Pandemia

No período da quarentena o imuê fará uma série de consultas com lideranças que estão na linha de frente vivendo os impactos da pandemia do coronavírus nas comunidades. O objetivo é traçar estratégias emergenciais e pensar juntas soluções para a proteção das mulheres mais afetadas pelas medidas econômicas e de isolamento social. 
I fórum imuê – A abordagem etnográfica e o desafio das composições coletivas

I fórum imuê – A abordagem etnográfica e o desafio das composições coletivas

Com o intuito de promover discussões públicas que possam guiar conceitualmente o trabalho do instituto, o imuê realizou entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro de 2019 o “I fórum imuê – Economia, Antropologia e Feminismo”, em parceria com o Laboratório de Experimentações Etnográficas (LE-E) do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Esta publicação é fruto das discussões travadas ao longo desses dois dias em que, por meio da leitura e debate de textos em antropologia econômica e economia feminista, procuramos delimitar a base conceitual do instituto. 
Relatório de Atividades 2019

Relatório de Atividades 2019

O Relatório de Atividades - imuê/ 2019 tem o intuito de apresentar as ações empreendidas para a constituição do Instituto imuê e os resultados de consolidação da organização e sua institucionalização. O imuê começa a se enraizar em outubro de 2018, quando um coletivo de pesquisadoras se organizam para pensar maneiras de planejar e executar projetos de pesquisa que possam produzir e disseminar dados os quais sirvam de subsídios para ações direcionadas à defesa de direitos econômicos de mulheres.
Elisângela Maranhão dos Santos – Mães da Saudade de Pernambuco: resistência e luta pela vida

Elisângela Maranhão dos Santos – Mães da Saudade de Pernambuco: resistência e luta pela vida

"Com este livro, esperamos que a experiência dessas mulheres, que perpetuam a vida por meio de suas memórias, se dissemine como uma história de força e resistência. Assim como o inhame, que mata a fome de tanta gente no Nordeste. Que resiste, nascendo e renascendo sem precisar de semente. Que se espalha, brotando de cabeça em cabeça." (Santos, 2017, p. 14)